quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

o dilúvio

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em 1990, o departamento de manuntenção hoteleiro nas suas deligências detectou uma fissura grossa na parede do economato que provinha da cp e embora depressa a proteção civil interna tenha estudado o assunto...com o arrastar do tempo a fissura grossa transformou-se numa mini-cratera fina que deixava escorrer um líquido viscoso, que a príncipio ainda se pensou ser petróleo, mas que análises posteriores mostraram ser barro!
a àgua misturada com terra acumulava-se no chão da «casadoxico» e todas as noites...os martirizados «dusdanoite» tinham que não uma, nem duas, nem três, mas quatro vezes aspirar o líquido e despejá-lo na privada do pessoal menor!
até que numa noite invernosa a parede deu de si e o aluimento já previsto aconteceu...àlvaro que se encontrava à cabeça do touro, afagou o bucho de maneira a enfrentar a fera, calçou as galochas e foi verificar o estado da situação comunicando logo de seguida a quem de direito:
-«...sr «major» a parede cedeu e aquilo parece um ribeiro!»
-«parece um ribeiro,uma gaita!» disparou-lhe de chofre o major exasperado, ordenando ainda:
-«liga-me à cp!»
àlvaro, cujo o eflúvio etílico já lhe toldava o tino, não percebeu e ligou para a psp(...)!
isto levou o major a apelidar o «abusador de bebidas» de tudo e mais alguma coisa:
-«és burro, és assim por natureza...és uma cavalgadura!»
a chegada dos bombeiros, pôs fim ao dilúvio que já chegava ao bairro alto e permitiu que o cachimbo da paz fosse expirado entre os dois amigos!


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