ofício em extinção...foi classe relevante aqui àtrasado e no palacete á beira-gare plantado desde cedo marcou presença.
«o salinas» deu-se à espinhosa tarefa de consultar os arquivos históricos e descobriu que a 1ª telefonista de seu nome, maria compaixão, dominava a palavra e tinha o desembaraço necessário para exercer a ingrata função...
o seu labor era tão grande que acabou por ser contratada para o palácio de são bento onde durante alguns anos filtrou as chamadas recebidas pelo tio antónio (sal)azar e até falavam as más línguas da época que foi uma das inúmeras que se sujeitaram ao «castigo carnal» aplicado pelo velho ditador.
outra que ficou famosa na década de 40 foi adalberta barbosa não pelo profissionalismo mas pelo enlaço episódico com o chefe do átrio em que este afirmava á boca cheia que a «bertinha» era mulher para fazer um homem pensar duas vezes...
mas mais poderiam ser evocadas entre estas a cesaltina, a augusta e ainda a teresa ventanas a galega que nos anos 20 acumulava as funções de telefonista com a «perninha» que fazia no grupo de baile que às quintas-feiras animava as noites palacianas!
e é chegando aos anos sessenta que a gerência da altura contrata a estrela emergente da comunicação telefónica, deolinda torres, esta dá uma nova imagem e principalmente uma nova voz ao palacete!
terça-feira, 25 de maio de 2010
as telefonistas (parte I)
terça-feira, 11 de maio de 2010
aviso

avisam-se os poucos leitores do «o salinas», entre eles o saudoso corrector( que sabemos continua militante), que o blogue embora estagnado...não acabou!
a escassez de tempo (sempre o mesmo problema) tem impedido que várias estórias já pensadas estejam publicadas.
o interregno também permitiu chegar á conclusão que os níveis salínicos estão em declínio...pouco ou quase nada tem motivado a escrita...os grandes inspiradores salínicos começam a escassear!
de qualquer maneira aguardem que mais dia menos dia novas publicações estarão estampadas no visor!
saudações salínicas.
a escassez de tempo (sempre o mesmo problema) tem impedido que várias estórias já pensadas estejam publicadas.
o interregno também permitiu chegar á conclusão que os níveis salínicos estão em declínio...pouco ou quase nada tem motivado a escrita...os grandes inspiradores salínicos começam a escassear!
de qualquer maneira aguardem que mais dia menos dia novas publicações estarão estampadas no visor!
saudações salínicas.
segunda-feira, 22 de março de 2010
brevemente
«o salinas» publica a muito breve trecho novas estórias:
-as telefonistas
-as novas indumentárias
-a quinta dos palacianos
-sócio honorário nº12
-interrogações
-o xavier
-as telefonistas
-as novas indumentárias
-a quinta dos palacianos
-sócio honorário nº12
-interrogações
-o xavier
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
a cadeira
a cadeira, não a do poder, não a electrica, não a do papa, nem a do cavaco mas a do jimbolamento do palacete desapareceu num abrir e fechar de olhos. ao fim de anûs e anûs e mais anûs se terem passado nela, resolveu algum farolizado que a mesma estava a denegrir a imagem interna e a prejudicar a adesão que continua a ser maciça!
durante dias e dias, porquê e para quê, foram os advérbios mais proclamados nos entrefolhos do adro interno!era com grande amargura que todos viam que a calosidade dos seus colegas alojadores, ía descer, pois passava do traseiro para os calcantes.
mas o mistério adensava-se..., de quem seria a culpa por o assento do acolhimento ter sido retirado enquanto o diabo esfrega o olho? quais seriam os benefícios desse acto de gestão digno de um apontamento académico?
pois era...uns culpavam a «generala», pois ao fazer pouco uso dela e optar por silhas superiores dava assim desprezo aquela por quem tantos anûs e anûs passaram...outros estavam convictos que o pecado tinha sido cometido pelo «carneiro», este ao ter o assento por uso ocasional afim de estar de pé e mais facilmente fazer as 250 vénias diárias, levou os novos iluminados a pensar que o ornamento do jimbolamento palaciano ficaria melhor sem a presença do sólio.
mas a maioria estava crente que o acusável era o nuno «lavadeiro», sócio honorário nº 11 do «o salinas», e porquê? porque ao fazer uso sistemático dela estava a estuporar um bem interno.
o certo é que a cadeira nunca mais deu «à costa» e os desflorados alojadores olham para o outro lado da fronteira com um misto de zelotopia e cobiça!
agora, ou sentam-se no chão ou esperam que a silha superior esteja desocupada!
há com cada maduro!!!
durante dias e dias, porquê e para quê, foram os advérbios mais proclamados nos entrefolhos do adro interno!era com grande amargura que todos viam que a calosidade dos seus colegas alojadores, ía descer, pois passava do traseiro para os calcantes.
mas o mistério adensava-se..., de quem seria a culpa por o assento do acolhimento ter sido retirado enquanto o diabo esfrega o olho? quais seriam os benefícios desse acto de gestão digno de um apontamento académico?
pois era...uns culpavam a «generala», pois ao fazer pouco uso dela e optar por silhas superiores dava assim desprezo aquela por quem tantos anûs e anûs passaram...outros estavam convictos que o pecado tinha sido cometido pelo «carneiro», este ao ter o assento por uso ocasional afim de estar de pé e mais facilmente fazer as 250 vénias diárias, levou os novos iluminados a pensar que o ornamento do jimbolamento palaciano ficaria melhor sem a presença do sólio.
mas a maioria estava crente que o acusável era o nuno «lavadeiro», sócio honorário nº 11 do «o salinas», e porquê? porque ao fazer uso sistemático dela estava a estuporar um bem interno.
o certo é que a cadeira nunca mais deu «à costa» e os desflorados alojadores olham para o outro lado da fronteira com um misto de zelotopia e cobiça!
agora, ou sentam-se no chão ou esperam que a silha superior esteja desocupada!
há com cada maduro!!!
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
o envelope
o envelope, desde que «o salinas» se recorde...sempre foi dos substantivos mais utilizados a nível interno, «dá aí um envelope», «tomá lá o envelope», «tira aí um envelope», «onde está o envelope» são algumas das frases onde o dito cujo é referido.
então quando chega a altura do natal, época de concórdia e até de bastante amizade...nada interesseira, o invóluco é mais vezes pronunciado, do que a palavra euromilhões é acentuada em semana de jackpot!!!
«será que o envelope é para todos?»... ouve-se repetidamente intramuros a alguns líricos que ainda acreditam no pai natal!
já vai para mais de trinta anos que em quadra natalícia...é vê-lo passar por baixo da mesa com um aviso «à mantino»:
-«toma lá e não digas a ninguém!».
mas sabe ou desconfia «o salinas» que mais uma vez tenha acontecido...para todos? não, para muitos? não, para alguns? não, para poucos? sim.
e os poucos lá vão passando misteriosamente a ideia, que pensam que outros não pensam que eles foram um dos pensados...!
a boa e moderna gestão ensina que a motivação da força de trabalho é essencial à boa produção e neste caso aplica-se o inverso, a desmotivação é a culpada da má prestação!
até se entende, motiva-se uns para assim serem eles a motivar os outros e fazer estes acreditarem que o pai natal existe mesmo e quem sabe um dia..., serem eles também alvo da generosa oferenda de um envoltório?
parafraseando as palavras sábias do respeitável sócio honorário nº10 do «o salinas» , salvador da pontinha:
- «tás mas é maluco!».
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