fugindo um pouco à feitura e objectividade desta «manuelada», «o salinas» olha um pouco para dentro -como sempre olhou- e constata que já passaram 25 anos (...).
no dia 26 de maio de 1983, mais um «otário» entre tantos outros que pensava ter encontrado a «esmeralda perdida» (...), deu com o nariz na porta e contemplando o passado apenas ficam as infindas estórias vividas (...), umas guardadas no baú das memórias e outras sempre contadas:
- a vivência com o mantino.
- a recruta nocturna ( a grande universidade hoteleira).
- as cerca de duas dezenas de mandaretes noctunos que foram «aperfilhados» e partilharam com «o salinas» momentos inolvidáveis ( «ceroulas», joão, vítor, «chico», «costa», jorge, «cigano», luís «fezes», edgar, vidinha, carlo, «parafuso», «roberto leal», alexandre, azevedo, joão pedro, «orelhas», tiago e nuno.
- a inovação de uma publicação interna «o salinas» que chegou a ser laureada em 2000 com o nobel da literatura.
- os jantares para os «amigos» com o respectivo calor humano.
- a inovação de um «jogo» que momentáneamente vai fazendo feliz um(a) ou outro(a).
- as «facilidades» sempre concedidas a(o)s colegas.
- o nunca ter subido ao «1ºandar».
- o estar imune a «queixinhas e a violar confianças.
à 25 anos tudo era diferente (...),não só as instalações mas principalmente as pessoas, mais união e menos vaidade, mais amizade e menos «doutores», mais camaradagem e menos inveja, mais disciplina e menos intriga, mais trabalho e menos regalias!
olhando o presente...já só restam o barroso, o baptista, o gonçalves, o araújo, o zé augusto, o aires, o antónio, o abílio, o àlvaro, a lourdes, a adelaide, a ana e a ti maria!
o troféu préviamente recebido juntamente com o aumento de salário (tanto para quê?) foi a compensação por 25 anos de burrice!



