quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

o filantrópico

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lá se lembrou o sor barroso para não fugir à tradição, de juntamento com alguns dos seus acólitos comprar um bilhete de lotaria e desta maneira tentar almejar a fortuna!
é sempre na altura das boas festas que se vê a olho nu o lado altruísta do chefe das contas, adianta do seu próprio bolso centenas de euros para ver os outros ricos e felizes, escolhe o número, convida não convidando todos a jogar, e em caso de prémio reúne o seu estado maior resolvendo à sua (deles) maneira, o destino a dar ao bolo...
o ritual é sempre o mesmo: o baeta imprime a lista dos candidatos ao jogo, o barroso vai ao multibanco levantar o dinheiro e entrega-o em envelope selado ao dr.colchete que de imediato o introduz no bolso do seu espaçoso casaco de napa preta (...), depois de escutar o palpite dirige-se à casa da sorte afim de obter o número milagroso e é sorridente que ao regressar, entrega uma cópia ao porteiro de serviço e incumbe este depois de ser incumbido por outro da função de instigador e cobrador...tudo em nome da felicidade comum!
uns aderem à ideia filantrópica do decano, outros por uma ou até por outras razões, reclamam,, não jogam e nem sequer pensam em ser ricos...mas é de admirar o espírito de igualdade que impera nestas sociedades ocasionais(...)!
a intenção conta e todos sabemos que o barroso a distribuir não é meigo, muitas vezes só não despe o casaco para agasalhar o seu próximo porque tem frio, a sua preocupação com os colegas é diária e permanente, a sua militância religiosa, católica e clubística é defendida impetuosamente mas são os seus genes judaicos que o fazem ter a solidariedade à flor da pele!
é de enaltecer o sor barroso, pessoa que irá deixar saudades ao «salinas» e na próxima assembleia extraordinária em virtude de nunca o fazer em ordinária irá ser proposta a elevação do chefe da contabilidade a sócio honorário nº 9!

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